sábado

Rápidas


Fotografia na Pinacoteca de São Paulo


Arnaldo Pappalardo na Pinacoteca - Foto de Adriana Paiva


A Exposição do fotógrafo Arnaldo Pappalardo - “Tensão Sobre a Calma" (foto acima) - fica até amanhã (domingo, 12), na Pinacoteca de São Paulo

Mostra com 30 fotografias em P&B e cor
Curadoria : Rubens Fernandes Junior


Vânia Toledo

Diário de bolsa: Instantâneos do olhar - Foto de Adriana Paiva


"Diário de bolsa: Instantâneos do olhar", mostra da fotógrafa paulistana Vânia Toledo (com 150 registros feitos entre as décadas de 70 e 80), fica na Pinacoteca do Estado até 26 de outubro. Curadoria de Diógenes Moura.


Pinacoteca do Estado
Endereço : Pça. da Luz, 2, Luz -Fone: 3324-1000.
Horário de visitação : 10h às 18h (fecha 2ª feira).

Entrada: R$ 4 (grátis aos sábados)





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terça-feira


Eleições no Rio de Janeiro

Por um triz para o dia nascer feliz




Uma virada espetacular e Fernando Gabeira já está no segundo turno. Foto de Marcus Veras


Fernando Gabeira - Links relacionados:


Site (oficial) da campanha: www.gabeira43.com.br/

Blog: http://gabeira.com/gabeira43/


Twitter : http://twitter.com/Gabeira43


Flickr: www.flickr.com/photos/gabeira-43/




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Trilha sonora destes dias - O Blip.fm


Pato Fu - Foto de Adriana PaivaFernanda Takai Pato Fu - Foto de Adriana PaivaFernanda Takai - Foto de Adriana Paiva
BB King em foto de Adriana PaivaB.B. King Show em SP Foto de Adriana PaivaAdriana Paiva Música

Claudio Versiani fala no Pictura Pixel como, por um toque algo displicente, partido de mim, ele foi parar no Blip.fm . O que, devo dizer, me deixou bastante contente.

Desnecessário mencionar que não vivo sem música. Pouquíssimas atividades realizo na vida sem ao menos uma música tocando (ainda que) baixinho ao fundo .


O Blip me chega com possibilidades extremamente prazerosas ; entre as quais, ouvir boa música , compartilhar os frutos de minhas "garimpagens" e conhecer outros músicos e bandas .


Música desde sempre


A música está em minha vida há muitos anos. Estudei violão (começando pelo clássico), cantei em coral e, já na adolescência, destinava boas horas às descobertas musicais -- ouvindo e lendo tudo que me caísse nas mãos -- ou indo atrás para conhecer.

No período da adolescência em que morei em Brasília, por exemplo, investia a maior parte de minha mesada em discos (à essa altura, ainda de vinil).

Foi assim que tornei-me assídua frequentadora do Jegue Elétrico, loja meio "riponga" que havia no Conic . Lá eram vendidos revistas, livros , além de discos raros e lançamentos que você não encontrava facilmente em outras lojas do ramo. Nessa época , o espaço onde ficava a loja era basicamente freqüentado por artistas e intelectuais.
Devo às minhas visitas ao Jegue Elétrico descobertas que me marcariam para sempre , como o Grupo Rumo e Arrigo Barnabé ( com sua 'Clara Crocodilo' ). Ali, tive meu primeiro contato com a chamada "Lira Paulistana".

Não vou nem citar as dezenas de shows a que fui como fã, fotógrafa e , mais tarde, como jornalista .
Hoje, posso dizer, a música tem preenchido os menores interstícios de minha existência . Ela está comigo no notebook, no smartphone, no Walkman . E, ultimamente, também no Blip.fm =)





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sexta-feira



Pedro Meyer , o herético

Matéria de minha autoria sobre o mega-projeto do fotógrafo mexicano :







Herejías de Pedro Meyer

Seis décadas de imagens : 'Herejías', retrospectiva da obra de Pedro Meyer



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quinta-feira



As fabulosas heresias de Pedro Meyer



Todos somos pombas - Foto de Pedro Meyer

Pedro Meyer :"Todos somos palomas"



O fotógrafo mexicano Pedro Meyer, presidente e fundador do 'Consejo Mexicano de Fotografía' -- muito conhecido dos fotógrafos das bandas de cá, por ter sido o criador do site ZoneZero, prestes a completar 15 anos de existência -- , esteve, nos últimos cinco anos, completamente absorvido pelo projeto 'Herejías'. Trata-se de uma retrospectiva de sua obra, isto é, uma mega-produção, que inclui exposições fotográficas em vários países e o lançamento do livro "Herejías - Pedro Meyer" .
As fotos do projeto estarão, a partir do dia 4 de outubro, em 64 museus ao redor do mundo (entre eles, dois brasileiros) e em 23 galerias virtuais . A seleção do material a ser exibido foi feita por vinte curadores de diferentes países; entre eles, Vicki Goldberg, ex-crítica de fotografía do The New York Times e autora de vários livros sobre o tema e Mark Haworth-Booth , professor de fotografía da University of the Arts, em Londres, e pesquisador honorário do museu londrino Victoria & Albert, onde, quando curador, organizou exposições de fotógrafos de renome, como Ansel Adams e Henri Cartier-Bresson.


O herético - Foto de Pedro Meyer, feita em 1975, é capa do livro 'Herejías'


Uma das propostas de Meyer com suas "Herejías" é discutir o conceito de exibição fotográfica na atualidade. Ele interroga :"O que significa, atualmente, uma exposição fotográfica ? O que significará no futuro?"
Em um momento em que instituições de arte no mundo inteiro lidam com restrições econômicas e têm seu status reavaliado, Meyer propõe o que ele chama de um novo "paradigma herético para a exibição fotográfica".
Ele vislumbra uma nova realidade em que curadores e artistas estarão em constante colaboração criativa . Nesse futuro (não muito distante) enxergado por Pedro Meyer, também haverá fomento à criação de programas educativos que chamem a atenção das gerações mais novas para a fotografia e não faltarão oportunidades para incremento de acervo fotográfico por parte das instituições artísticas .

Trajetória - Pedro Meyer, que começou a fotografar na década de 1940, construiu uma sólida carreira como fotógrafo documental. A partir dos anos 90, com o avanço das tecnologias digitais, Meyer redimensionou seu trabalho como documentarista, valendo-se de interferências para criar, digitalmente, "novas realidades", propondo, assim, uma reflexão sobre os limites entre verdade e ficção.

ZoneZero - O portal fotográfico, lançado em 1993, reúne fotos de mais de mil fotógrafos de várias partes do mundo .


Herejías no Brasil - Aqui, a mostra poderá ser vista no Espaço Cultural Contemporâneo - Ecco (Brasília), a partir de 7 de outubro , e no MAC (São Paulo) , a partir do dia 9 desse mesmo mês.


Links relacionados:Pedro Meyer - Ensaios
Fundação Pedro Meyer
Facebook - Projeto 'Herejías'
Leia também : Matéria sobre o projeto 'Por que eu fotografo?"



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sexta-feira

Sampa revisitada por Caetano Veloso

Ponte Estaiada


Saí correndo na sexta-feira e deixei este 'post' pendurado. O assunto: minha "twittada" sobre a participação de Caetano Veloso no Programa do Jô, quinta-feira passada.
E o que moveu meus comentários lá foi justamente a reação que o cantor diz ter tido ao ver, pela primeira vez ,'in loco', a Ponte Estaiada (Ponte Otávio Frias de Oliveira) cercada pelo que ele chama de prédios "pós-modernos" e como essa visão, ainda em suas palavras , o fizera sentir-se "esperançoso".

Continuava, no Twitter, relatando que muito do que Caetano Veloso dissera na entrevista a Jô Soares também estava em seu blog , o Obra em Progresso.

Outro comentário que fiz foi sobre a dura resposta de Caetano às críticas de jornalistas de dois grandes jornais de São Paulo sobre o show em parceria com Roberto Carlos -- homenagem à Tom Jobim, no Auditório Ibirapuera.



Mais Caetano Veloso no Periplus


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segunda-feira

Saúde e colo de mãe


De minhas vindas ao Rio e dos temas delicados



Barra da Tijuca.

Domingo de inverno na Barra da Tijuca : Atividades para todos os gostos

Avenida Sernambetiba. Foto por Adriana Paiva

No mesmo pedaço de praia: Kitesurf, frescobol, ciclismo e caminhada
Mais Rio aqui


Tempo necessário


Nos últimos dois anos, minhas vindas ao Rio tornaram-se mais freqüentes . Desta vez, contudo, os motivos não são os mesmos que me trouxeram nas outras ocasiões -- lazer, rever família , compromissos profissionais, etc..

Acho complicado usar do espaço de blogs e assemelhados para falar de assuntos pessoais dessa natureza.

Mas julguei importante trazer à luz - também para conter conjecturas em andamento - as verdadeiras razões de minha estada mais longa no Rio de Janeiro.
Antes de vir para cá passar a presente temporada na casa de meus pais, estive internada em São Paulo .
Os motivos (resumidíssimos) da minha internação por pouco mais de 15 dias: complicações decorrentes de uma anemia aguda. Meu hemograma, àquela altura, apresentava taxas inacreditáveis . No exame colhido no início da internação, a hemoglobina estava em 4.1 g/dL -- quando o saudável mínimo gira em torno de 12.0 g/dL . O chamado valor referencial para mulheres fica entre 12.0 g/dL e 16.0 g/dL .

A história sobre a anemia e seus desdobramentos todos é longa e chata. Resumo-a também: tenho vários miomas uterinos que, se não tratados com medicamento adeqüado, ocasionam sangramento contínuo. Pois esse sangramento me levou a sofrer um AVC isquêmico em junho deste ano. Afora por um problema pontual na fala, que me obriga a sessões de fonoaudiologia, não tive maiores sequelas.
Até que eu esteja pronta para a cirurgia de remoção dos miomas, a cada 28 dias (período que coincide com o ciclo menstrual) , preciso voltar ao ginecologista para mais uma dose de injeção . Esse tratamento, diferente de outros tantos tentados, conteve a hemorragia .

Sinto-me mais à vontade para falar do assunto, agora, que estou praticamente curada da anemia .
No último exame de sangue (feito no dia 6 de agosto ), a hemoglobina havia subido a animadores 12.9 g/dL . A notícia, claro, me deixou eufórica.
Meu ginecologista no Rio -- sou atendida por outros 2 em São Paulo --, inclusive , autorizou-me a parar com os enjoativos comprimidos mastigáveis de Noripurum (ferripolimaltose + ácido fólico).

É fato que estando perto de minha mãe, cuido-me melhor . Ela me dispensa tratamento tal como se eu nunca tivesse saído de casa. Posso dizer que também graças a esses cuidados , estou quase totalmente restabelecida .

Adoro São Paulo. Não há cidade onde me realize tanto . Mas lá, vinha levando uma vida corrida e bastante desregrada. Em São Paulo, quando não me valia de "deliverys" , saía quase todo os dias para refeições fora. Minha fissura por novidades (gastronômicas, inclusive) não vinha sendo muito saudável . Estava carecendo, é certo, de alimentação mais equilibrada. Às vezes, mergulhava tão fundo em meus afazeres profissionais, que esquecia de me alimentar.

Este período no Rio tem sido decisivo para meu restabelecimento . E a continuar nesse ritmo alentador, a cirurgia de remoção dos miomas - que farei em São Paulo - deve acontecer antes do que se planejava (final de outubro).

Penso que em meados de setembro já estarei pronta para retornar à alucinante Paulicéia.

Urca, Rio de Janeiro

Acima, bairro da Urca com Cristo Redentor ao fundo. Registro feito em janeiro de 2008, depois de consulta em uma das clínicas onde faço tratamento quando estou no Rio.


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quinta-feira



Por que fotografamos ?

Enquanto aguardo minha matéria começar a ser distribuída, alguns trechos :


Com a pergunta-mote "Por que eu fotografo ?", eventos em Brasília comemoram Dia Mundial da Fotografia, nesta terça-feira (19/08), e propõem reflexão sobre produção fotográfica.


Claudio Versiani - Por que ele fotografa ?


Sementes no vácuo

"(...) Uma certa insatisfação frente ao vácuo de conteúdo da produção fotográfica atual e à banalização do ato de fotografar é a força motriz por trás desses eventos. “Há muitas imagens no mundo, na mídia, na web, no Flickr, nos blogs, mas nenhum comentário que vá além de ´linda foto, parabéns!’”, avalia Usha. A idéia para a realização dos eventos surgiu de um grupo formado por fotógrafos que começaram a conversar pela internet, após um concurso fotográfico cujas regras eles contestaram . O mailing de fotógrafos caiu na rede e deu origem a uma lista de discussão informal . Com as trocas via web ficando mais ricas e freqüentes, um núcleo formado por cinco fotógrafos – Usha e Rinaldo Morelli , integrantes do coletivo fotográfico Ladrões de Alma; Isabela Lyrio e Arthur Monteiro, do coletivo Punctum, e por Roberto Castello – se mobilizou e convocou os demais participantes da lista para uma reunião. “Depois de alguns encontros, foram traçadas as diretrizes dos eventos”, relata Usha. Surgia aí a semente do que pretende ser um movimento de incentivo à discussão sobre a produção de fotografia na atualidade. “Queríamos sair de um padrão que chamamos de ´vitrine vazia´”, diz Usha. "Muita coisa bonita, mas nenhuma reflexão", ressalta .

Isabela Lyrio, fotógrafa que integrou o núcleo de discussão original , comunga com o ponto de vista de Usha sobre haver atualmente uma produção fotográfica abundante (e acrítica) . “Há muita imagem sendo produzida e as pessoas não param para analisar que tipo de idéia estão gerando”, acredita . (...)"


Observações: ( Para a minha matéria, além de
Usha Velasco e Isabela Lyrio, entrevistei o fotógrafo Claudio Versiani ),

Participam do evento, os seguintes fotógrafos: Alain Barki,Alan Marques, Alan Santos, Alessandro Souza,Antonio Antunes, Armando Salmito, Arthur Monteiro, Breno Fortes, Carlos Aversa, Claudio Versiani, Duda Bentes, Ed Ferreira,Eraldo Peres, Fernando Croitor, Hélio Rocha, Henry Macario, Isabela Lyrio, Jefferson Rudy, Jorge Diehl , José Rosa , Josemar Gonçalves , Kazuo Okubo , Leonardo Amaral , Lourenço Cardoso , Luis Tajes , Luísa Molina , Miguel Angelo , Patrick Grosner , Ricardo Padue , Ricardo Reis , Rinaldo Morelli Roberto Castello , Roberto Castro , Rose May Carneiro , Sérgio Fonseca, Susana Dobal , Usha Velasco e Wládia Drummond





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terça-feira

Dos giros paulistanos

'Retratos de um Auto-Retrato' - Exposição de Pablo Di Giulio


Osgemeos - Exposição na Pinacoteca - 8 de abril de 2008 - Clique nas imagens para vê-las ampliadas

Grafiteiros Osgemeos retratados pelo fotógrafo argentino radicado no Brasil.

Emanoel Araújo por Pablo Di Giulio - Exposição na Pinacoteca - 8/4/2008 - Foto - reprodução: Adriana Paiva

No destaque, o artista plástico baiano Emanoel Araújo, ex-diretor da Pinacoteca .


Com curadoria de Diógenes Moura, a exposição vai até 25 de maio.
Horário: De terça a domingo, das 10h às 18h. Endereço: Praça da Luz, 2 (Luz - Centro) .

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Ver também: Vivian Lembo (Do Outro Lado), Patrick Bogner (Interiores), Magnum 60 Anos (último dia) .



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sexta-feira



De meus dias 'mezzo-Rio, mezzo-São Paulo'


Partida

Avião saindo do Rio - Foto por Adriana Paiva



Chegada

Avião chega em São Paulo - Foto de Adriana Paiva





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terça-feira

Arte de rua


No corpo, na porta da geladeira e nas paredes da sala As intervenções promovidas pela Addict, nos finais de semana, em frente à loja da Aristides Espínola (Leblon), seguem atraindo uma legião de fãs do graffiti. Em happening armado neste verão, grafiteiros ligados à marca fizeram intervenções em carros antigos (um deles, na foto abaixo). A grife de moda jovem unissex, pertencente ao publicitário João Mello Leitão e ao designer Marcelo Macedo, difunde entre os cariocas o gosto por peças de vestuário customizadas no estilo da arte espalhada pelos muros das metrópoles -- caso dos tênis e camisetas grafitados, ítens de grande saída na loja.

Graffiti à moda carioca: Carros antigos como suporte

A Add Arts, braço de comunicação visual da Addict, também recebe encomendas para customizar ambientes -- e até utilitários domésticos, como máquinas de lavar e geladeiras. A moda de contratar grafiteiros para deixar menos sem-graça paredes de quartos e salas emplacou primeiro em São Paulo e ganha cada vez mais adeptos no Rio.

Se a idéía é fazer você mesmo (ou deixar que seu filho faça), considere a possibilidade de uma matrícula nas oficinas de graffiti que a Addict oferece regularmente. Informações pelo telefone: 21-2294 2898 .




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quarta-feira

SP454

De Babel para Babel



São Paulo - Aniversário de 454 anos - Fotos por Adriana Paiva


O site, lançado pela agência de propaganda Babel para homenagear a cidade de São Paulo em seu aniversário de 454 anos, recebeu tantos "presentes" -- de paulistanos convictos a forasteiros aficionados; eu mesma deixei por lá minha contribuição -- , que optou-se por mantê-lo no ar .
Entre as colaborações interessantes, há uma versão de Yamandu Costa para Sampa, a nunca esquecida leitura de Caetano Veloso sobre essa louca e multicontrastada Paulicéia .



Site de Babel para Babel - Paulicéia por uma carioca apaixonada - Foto por Adriana Paiva


Nas imagens: 1 - Fotos de meu Flickr "São Paulo Ilustrada" ; 2 - Minha colaboração ao De Babel ...

E você, já mandou seu mimo ?


Descrição dos 'thumbs' no mosaico :

1.
Ao fundo, edifício do Banespa, 2. Fachada de prédio na Rua Mauá - Centro, 3. Torre do Complexo Cultural Júlio Prestes / Sala São Paulo, 4. "A desigualdade social é a origem" ..., 5. Graffiti por Mundano, 6. Para pôr a corrida em dia, 7. Maestro João Carlos Martins - II Encontro EcoSocial, 8. Muro na Vila Madalena, 9. A caminho do MASP, 10. Acervo permanente da Pinacoteca do Estado, 11. Estação da Luz, 12. Stickers & Etc. - Av. Paulista, 13. Aos não-carnívoros ..., 14. Linha do tempo, 15. Café com prosa - Padaria Santa Marcelina, 16. Campo Belo - Personagens, 17. Pé no Parque, 18. Metrô - Estação Trianon-Masp, 19. 31°C, confirmam os termômetros, 20. Instituto Fazer Brasil - Bazar.




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sexta-feira

Rio de Janeiro -Vista do alto de Santa Tereza



Recorte do Rio de Janeiro com a enseada de Botafogo ao fundo . Essa é a vista que se tem do alto de Santa Tereza -- mais especificamente, do terraço do Colégio Assunção .
Estive aí, no início do mês, para assistir à apresentação do pré-módulo do "Programa Germinar - Desenvolvimento de Líderes Facilitadores" - coordenado pelo

Instituto EcoSocial.
O colégio vai sediar a primeira edição carioca do curso, que tem início no dia 18 de outubro . Segundo consenso entre os participantes do pré-módulo, o programa vai acontecer em novas datas (
vejam no site) .


Germinar no Rio de Janeiro - Fotos de Adriana Paiva

Profissionais : O perfil dos inscritos nessa turma é bastante heterogêneo : professores, líderes de ONGs -- entre eles, um representante dos índios guajajaras -- , agrônomos, profissionais da área médica, etc..







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segunda-feira



Mantinha este post rascunhado desde o dia 21/07 . Todo esse tempo estive bloqueada para manifestar-me, publicamente, sobre o acidente com o Airbus da Tam.
Vivia e ainda vivo muita tristeza . Dor pela dor de tantas pessoas . Revolta em relação a tanta inépcia, descaso, cinismo.
E, claro, muita apreensão (sim, faço parte dessa minoria 'desinteressante') . E não apenas por viajar de avião com freqüência e viver na ponte aérea, passando curtos períodos entre São Paulo e Rio . É pesada a sensação de que, para onde quer que se dirija, entre as fronteiras deste país, a incompetência dos que nos governam nos alcançará .

Não reservarei maior espaço nestas minhas elucubrações a personagens cujas atitudes desrespeitosas e o oportunismo empedernido foram e continuam sendo-nos mostrados a cada noticiário .
Se algum alento em face a esse quadro caótico pode-se ter, é que a situação agora está super-exposta em muitas de suas inúmeras ramificações para exame detido da opinião pública .

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Nunca temi voar . Entrei pela primeira vez em um avião comercial, aos dois anos de idade, justamente saindo de Porto Alegre, rumo ao Rio (minha mãe estava grávida de minha irmã e queria que ela nascesse carioca) . Minha naturalidade em relação às viagens aéreas forjou-se, ao longo de anos, à base de freqüentes deslocamentos, tanto em razão de transferências de meu pai, quanto por injunções de minha profissão, e, claro, por minha sempre paixão pelas viagens (de onde viria o nome deste blog?) .
Tenho experiência de vôo em muitos tipos e tamanhos de aeronave . Na categoria 'aviões não-comerciais', meu currículo de passageira aérea inclui algumas tantas milhas voadas em Bandeirantes, Avros e até em Hércules .
E mesmo o Congonhas . Esse aeroporto tornou-se-me familiar antes, até, de eu usar, com tanta frequência, a ponte aérea .
O Congonhas passou a fazer parte de minha vida, digamos, diuturnamente, logo após eu me estabelecer em São Paulo . Morei por seis anos na chamada "rota dos aviões" . Aliás, em plena rota, ali, na
Rua Tuim , em Moema . Ainda agora, no Campo Belo , continuo muito perto do aeroporto .





Prédios no Campo Belo : Apesar de próximo ao aeroporto, bairro não está na "rota crítica"

Quem, como eu, mora ou morou nesse pedaço da chamada "Moema Pássaros" -- Rouxinol-Macuco-Tuim -- sabe que, passado o período de adaptação ao barulho e à visão de Boeings e Airbus passando, de cinco em cinco minutos , a metros dos cimos dos edifícios (eu morava no décimo andar) , não tarda que se comece a olhar para esses ruidosos gigantes como inofensivas aves fossem . Impressionante mesmo a capacidade de adaptação dos seres humanos a situações que, na teoria mais eloqüentemente posta, pareceriam insustentáveis .






Saindo do Congonhas rumo ao Rio : Área residencial à margem da pista de decolagem


No mais , o Congonhas passou a fazer parte de minha vida quando a cidade, havia muito, tinha-se tornado uma vizinha inoportuna (veja imagens ampliadas, clicando nos thumbs constantes neste post) .
Continuemos com o exemplo do bairro de Moema (até 1987, Indianópolis) . De 1936, quando o Aeroporto de Congonhas foi inaugurado, até meados dos anos 60 , Moema manteve ares bucólicos e jeito de vizinhança interiorana -- nem de longe, assemelhando-se ao amontoado de espigões que hoje se conhece .
Para se ter uma idéia, a Avenida Ibirapuera, a mais importante via do bairro, só foi asfaltada em 1967 (época em que ainda circulavam bondes pelo local). O Shopping Ibirapuera , um dos principais centros comerciais da região, por sua vez, começou a funcionar em 1976 . Foi no início dessa mesma década que a exploração imobiliária do bairro ganhou fôlego .

. . . . .


Inoperância


De um ano para cá, em função das várias pequenas irregularidades nas descidas e subidas, dos seguidos atrasos, dos aeroportos invariavelmente cheios, já não vinha encarando a ponte aérea sem uma certa apreensão .
Semanas antes do acidente, eu e uma amiga comentávamos que estava tudo tão fora de ordem, que um acontecimento bem mais sério parecia se avizinhar .
Em uma ida para São Paulo, junho passado , cheguei à noite, em dia chuvoso . Ninguém entendeu por que levamos cerca de meia hora dentro do avião , antes de, finalmente, sermos autorizados a desembarcar . Até aí, já vinha testemunhando tantas ocorrências fora dos padrões, que nem mais inquiria quem quer que fosse em busca de alguma explicação .
Essa amiga, com quem também tenho vínculo profissional, voa bastante para o sul e para o interior de Minas Gerais. Ela conta que, há questão de dois meses, o avião em que estava, ao preparar-se para a decolagem, percorreu a pista, e, quando já parecia que sairia do solo, parou de repente . Metros adiante, outro avião começara sua descida. Ela e outros dentro da aeronave ficaram com a nítida sensação de que aquilo não estava "programado" .

Aeroportos operando com infra-estrutura insuficiente, numerosos pousos e decolagens, pilotos cumprindo excesso de horas de vôo , etc.,etc.,etc. . Ainda aprendemos a lidar com a revelação de que submetíamo-nos a mais (e mais graves) irregularidades do que as que começamos a conhecer depois da tragédia com o
vôo da Gol , no ano passado .




Pista de pouso próxima à aldeia yanomami de Maturacá. Foto por Adriana Paiva

Obs.: (Registrei a última das fotos da seleção acima durante descida -- em um bimotor -- na pista de pouso próxima à aldeia yanomami de Maturacá , na fronteira com a Venezuela) .











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sexta-feira

Dia Mundial do Rock !

Freddie Mercury Rock in Rio 85 - Verve Press  / BR Press - Foto dos aquivos da jornalista Adriana Paiva

Freddie Mercury : Rock in Rio

História:

A imagem acima foi registrada em uma época em que, adolescente, me preparava para ser antropóloga (acabara de ingressar na universidade), mas já mantinha um namorico com o jornalismo .
A experiência de, tão jovem, subir ao palco em que apresentaram-se Queen, Nina Hagen, B-52’s, entre outros, um dia conto... em livro .

(BR Press) - ... A jornalista Adriana Paiva compartilha o melhor da atitude 'rocker' selecionado de seu arquivo: Cássia Eller, Karen O. (Yeah Yeah Yeahs), Bruce Dickinson (Iron Maiden), Glenn Tipton (Judas Priest), Lobão, Titãs, Fernanda Takai (Pato Fu), Herbert Vianna (Paralamas do Sucesso), Sigur Rós e Ripper Owens.





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domingo

São Paulo
Diário :: Junho/Julho

Flickr - Fotos de São Paulo Adriana Paiva - Clique para ver as fotos ampliadas


1. Campo Belo - Personagens, 2. Oliver, The Cat, 3. Avenida das Nações Unidas, 4. Avenida Jornalista Roberto Marinho, 5. Campo Belo - Avanço imobiliário, 6. Linha do tempo, 7. Hare Krishna I, 8. Museu da Língua Portuguesa, 9. Muro na Vila Madalena, 10. Dentro do táxi - Cruzamento, 11. Vila Madalena - Intervenções, 12. Dentro do táxi, 13. "Qualquer Coisa", 14. Feira da Praça Benedito Calixto, 15. Cercada de espigões I, 16. Praça Benedito Calixto, 17. Estação Brigadeiro II, 18. Estação Brigadeiro I, 19. Outra vez : A lua na Paulista, 20. Avenida Paulista com R. Teixeira da Silva, 21. Avenida Ibirapuera, 22. SP pós-Cidade Limpa, 23. Avenida Ibirapuera, 24. Avenida Rouxinol, 25. Mercadão - Bar & Empório II, 26. Morte ao outdoor (?), 27. Estação de Reciclagem, 28. Ainda na rota, 29. A "nova" Praça da Sé, 30. Na rota, 31. Praça da Sé, 32. Praça da Sé III, 33. Nova Sé, 34. Siklo - Av. Ibirapuera, 35. O dia seguinte, 36. Mercadão - Moema




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quarta-feira


Clarice Lispector - A Hora da Estrela

Clarice Lispector no Museu da Língua Portuguesa para BR Press - Matéria em colaboração - Adriana Paiva - Clique para ver a foto ampliada

Exposição no Museu da Língua Portuguesa marca primeiro aniversário da instituição e trinta anos de morte da escritora

Até 2 de setembro
Terça a domingo de 10h às 17h

(Matéria sobre programação de férias do museu, distribuída pela BR Press e publicada no Yahoo! Notícias).





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terça-feira


De uma vespertina caminhada
Para inventário de texturas e cores saturadas

Alameda Santos - São Paulo - 26 de Junho 2007 - Foto de Adriana Paiva

São Paulo, 28 de Junho de 2007



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sexta-feira


FLAP!

Casa das Rosas - 26 de Junho 2007 - Foto de Adriana Paiva

Evento literário tem abertura hoje, às 19h, na Casa das Rosas

Programação completa no site




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quinta-feira

Dos giros por SP


Prédios históricos da Avenida Paulista
Poucos ainda impõem-se entre os espigões



Casa das Rosas - 26 de Junho 2007 - Fotos por Adriana Paiva

A mansão em estilo francês, projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo (inaugurada em 1935) e tombada pelo Condephaat , cinquenta anos depois, passou por uma série de reformas e, desde 2004, abriga a Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura .


Casa das Rosas 2007 - Avenida Paulista - Fotos por Adriana Paiva


O edifício espelhado (foto acima), foi construído nos fundos do terreno da mansão, entre os anos de 1985 e 1990 .
A concessão do Condephaat aos donos do imóvel teve como contrapartida a restauração do casarão .

Fotos : Adriana Paiva - Terça-feira - 26 de Junho de 2007




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