quarta-feira

Dos pruridos salutares


Mexendo em antigos 'backups' e não esquecendo de que há quem continue fazendo opção por certo tipo de "profissional" . Sim . Aqueles mesmos personagens que , volta e meia , dedico-me a espinafrar aqui .
Uma coleguinha velha conhecida diria nessas circunstâncias -- em tempos há muito idos e do sopé de sua matuta resignação : fazer o quê ?


( E x c e r t o s ) :


Prezados (...) , a distribuição precipitada de textos como o que segue abaixo -- erroneamente apresentados como press-releases -- , pode vir a comprometer todo o trabalho junto à imprensa (...)

Instaura-se uma verdadeira torre de babel quando muitos se colocam na posição de porta-vozes. O que, aliás, já vem acontecendo. As implicações disso podem ser desastrosas.

O texto abaixo, por exemplo (...) , não possui a assinatura de um jornalista responsável . Quem se responsabiliza pelas declarações ? Quem pode assegurar que "as aspas" atribuídas à F. reproduzem o que ele de fato disse? Embora pareçam triviais, esses questionamentos são feitos por qualquer jornalista com o mínimo de senso ético .

Para que o trabalho de todos flua e renda bons frutos, é preciso que cada um se responsabilize por suas respectivas áreas.

A nossa preocupação é que informações comecem a vazar de todos os lados e gerem matérias não apenas deturpadas, mas, sobretudo, negativas.

Atenciosamente,

Adriana Paiva




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