sexta-feira

Sampa revisitada por Caetano Veloso

Ponte Estaiada


Saí correndo na sexta-feira e deixei este 'post' pendurado. O assunto: minha "twittada" sobre a participação de Caetano Veloso no Programa do Jô, quinta-feira passada.
E o que moveu meus comentários lá foi justamente a reação que o cantor diz ter tido ao ver, pela primeira vez ,'in loco', a Ponte Estaiada (Ponte Otávio Frias de Oliveira) cercada pelo que ele chama de prédios "pós-modernos" e como essa visão, ainda em suas palavras , o fizera sentir-se "esperançoso".

Continuava, no Twitter, relatando que muito do que Caetano Veloso dissera na entrevista a Jô Soares também estava em seu blog , o Obra em Progresso.

Outro comentário que fiz foi sobre a dura resposta de Caetano às críticas de jornalistas de dois grandes jornais de São Paulo sobre o show em parceria com Roberto Carlos -- homenagem à Tom Jobim, no Auditório Ibirapuera.



Mais Caetano Veloso no Periplus


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quinta-feira



Por que fotografamos ?

Enquanto aguardo minha matéria começar a ser distribuída, alguns trechos :


Com a pergunta-mote "Por que eu fotografo ?", eventos em Brasília comemoram Dia Mundial da Fotografia, nesta terça-feira (19/08), e propõem reflexão sobre produção fotográfica.


Claudio Versiani - Por que ele fotografa ?


Sementes no vácuo

"(...) Uma certa insatisfação frente ao vácuo de conteúdo da produção fotográfica atual e à banalização do ato de fotografar é a força motriz por trás desses eventos. “Há muitas imagens no mundo, na mídia, na web, no Flickr, nos blogs, mas nenhum comentário que vá além de ´linda foto, parabéns!’”, avalia Usha. A idéia para a realização dos eventos surgiu de um grupo formado por fotógrafos que começaram a conversar pela internet, após um concurso fotográfico cujas regras eles contestaram . O mailing de fotógrafos caiu na rede e deu origem a uma lista de discussão informal . Com as trocas via web ficando mais ricas e freqüentes, um núcleo formado por cinco fotógrafos – Usha e Rinaldo Morelli , integrantes do coletivo fotográfico Ladrões de Alma; Isabela Lyrio e Arthur Monteiro, do coletivo Punctum, e por Roberto Castello – se mobilizou e convocou os demais participantes da lista para uma reunião. “Depois de alguns encontros, foram traçadas as diretrizes dos eventos”, relata Usha. Surgia aí a semente do que pretende ser um movimento de incentivo à discussão sobre a produção de fotografia na atualidade. “Queríamos sair de um padrão que chamamos de ´vitrine vazia´”, diz Usha. "Muita coisa bonita, mas nenhuma reflexão", ressalta .

Isabela Lyrio, fotógrafa que integrou o núcleo de discussão original , comunga com o ponto de vista de Usha sobre haver atualmente uma produção fotográfica abundante (e acrítica) . “Há muita imagem sendo produzida e as pessoas não param para analisar que tipo de idéia estão gerando”, acredita . (...)"


Observações: ( Para a minha matéria, além de
Usha Velasco e Isabela Lyrio, entrevistei o fotógrafo Claudio Versiani ),

Participam do evento, os seguintes fotógrafos: Alain Barki,Alan Marques, Alan Santos, Alessandro Souza,Antonio Antunes, Armando Salmito, Arthur Monteiro, Breno Fortes, Carlos Aversa, Claudio Versiani, Duda Bentes, Ed Ferreira,Eraldo Peres, Fernando Croitor, Hélio Rocha, Henry Macario, Isabela Lyrio, Jefferson Rudy, Jorge Diehl , José Rosa , Josemar Gonçalves , Kazuo Okubo , Leonardo Amaral , Lourenço Cardoso , Luis Tajes , Luísa Molina , Miguel Angelo , Patrick Grosner , Ricardo Padue , Ricardo Reis , Rinaldo Morelli Roberto Castello , Roberto Castro , Rose May Carneiro , Sérgio Fonseca, Susana Dobal , Usha Velasco e Wládia Drummond





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terça-feira

Updated


Apropriações


Um recado às grandes assessorias de imprensa e aos plagiadores em geral - Arte por David Julian


Ver press-releases de minha autoria reproduzidos ipsis-litteris por veículos os mais diversos já não me consterna como antes . Continuo exasperando-me , sim, ao ver outras assessorias de imprensa se apropriarem de textos meus e de colaboradores nossos, enxertando, na maior desfaçatez ( inclusive nos títulos/chamadas ) , menções a seus clientes . Minha gente , vamos trabalhar ! Este recado é endereçado, principamente, às grandes assessorias . Três jornalistas (?) para atender uma única conta e vocês não conseguem evitar o vexame de reproduzir o material de divulgação alheio ?
Imagino que frustração maior do que quem tem seu material plagiado , experimentam aqueles que, ao final e ao cabo, constatam que o acinte resultou ineficaz, quando clientes/patrocinadores não são mencionados sequer no pé das matérias .

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Mais sobre o métier e outras apropriações :

Na onda do 'Fora Collor!' (e o lado 'fotógrafo' do Sérgio Sá Leitão ) -- Recife - Complexo de Greenville -- Epítetos para todos os gostos -- "Comédia do Métier - Toques de Ficção Sobre Lances Verazes" -- Orkut & Coleguinhas -- O perigo senta-se ao lado -- Ônus da exposição -- Antes do Jornalismo , Depois da Antropologia -- Valor da academia -- Cobertura da Rio 92 --->



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quarta-feira

Dos pruridos salutares


Mexendo em antigos 'backups' e não esquecendo de que há quem continue fazendo opção por certo tipo de "profissional" . Sim . Aqueles mesmos personagens que , volta e meia , dedico-me a espinafrar aqui .
Uma coleguinha velha conhecida diria nessas circunstâncias -- em tempos há muito idos e do sopé de sua matuta resignação : fazer o quê ?


( E x c e r t o s ) :


Prezados (...) , a distribuição precipitada de textos como o que segue abaixo -- erroneamente apresentados como press-releases -- , pode vir a comprometer todo o trabalho junto à imprensa (...)

Instaura-se uma verdadeira torre de babel quando muitos se colocam na posição de porta-vozes. O que, aliás, já vem acontecendo. As implicações disso podem ser desastrosas.

O texto abaixo, por exemplo (...) , não possui a assinatura de um jornalista responsável . Quem se responsabiliza pelas declarações ? Quem pode assegurar que "as aspas" atribuídas à F. reproduzem o que ele de fato disse? Embora pareçam triviais, esses questionamentos são feitos por qualquer jornalista com o mínimo de senso ético .

Para que o trabalho de todos flua e renda bons frutos, é preciso que cada um se responsabilize por suas respectivas áreas.

A nossa preocupação é que informações comecem a vazar de todos os lados e gerem matérias não apenas deturpadas, mas, sobretudo, negativas.

Atenciosamente,

Adriana Paiva




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sábado

U P D A T E


Inaugurando a série :

" Comédia do Métier - Toques de Ficção Sobre Lances Verazes "

(Por Adriana Paiva) :


A quem de ralha , a quem de arrulho


Acreditamos que , a essa altura , Zach B. Burns já tenha tido tempo para concluir de quem é a autoria dos textos cujo estilo ele dizia tanto apreciar .

Antes da reengenharia feita a toque de caixa , que resultou na demissão de boa parte do coro de maledicências que se reunia durante a pausa para o cafezinho , Zach B. B. era tema frequente dos cochichos sibilados pelos corredores da firma . E , não raro , graças a uma interessante presunção : o homem jura saber tudo sobre jornalismo .

Quando não está esperneando por ter saído * "ao final do cortejo" , Zach , que se dessem chance , reescreveria os dois mais conhecidos manuais de redação e estilo do país , ainda é capaz de largar uma dessa : - Precisavam ter citado que fomos nós que pagamos a viagem ?!!


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N O T A


* " Sair ao final do cortejo " : Expressão amiúde usada por Zach B. Burns , quando ele e a empresa por ele representada , além de não serem as únicas fontes destacadas em uma matéria , são citadas apenas nos últimos parágrafos .

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Para melhor ler a ficção acima , recomendamos :


- Manual da Redação da Folha de São Paulo
- O Estado de S.Paulo - Manual de Redação e Estilo
- Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros

Leia também :

Pactos Descartáveis


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Aproveitei a tarde sem chuva e fui dar minha habitual volta pelo bairro .
Aí , registro de minha descida pela Macuco -- cruzando com a Inhambu .


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Obs.: ( A imagem acima foi manipulada no Photoshop )



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quinta-feira


Pactos descartáveis



( Por Adriana Paiva )


Lancei a questão "concorrência desleal entre assessorias de imprensa" (apresentada aqui 'posts' atrás) , na comunidade que a jornalista Silvia Angerami mantém no Orkut. Detalhe : Somos mais de 900 os inscritos no canal .
A própria Silvia -- dona de um extenso currículo na área de tecnologia -- registrou por lá sua experiência sobre o assunto .

Embora em número bem menor que as manifestações que tenho recebido por e-mail , os relatos registrados no Orkut dão conta , igualmente , de que não são poucos os "coleguinhas" que passaram incólumes pelas lições de ética ensinadas na faculdade ( presumindo-se, claro, que esses 'profissionais' que se apresentam como assessores de imprensa, tenham passado pelos bancos de uma 'escola' de jornalismo) .

Nesse calamitoso quadro, contratantes e empresas têm , amiúde , sua parcela de culpa .

Convenhamos, não nos deveria causar espanto, por exemplo, o fato de que dada corporação, detentora de um respeitável histórico de condutas "desleais" , venha a optar por uma assessoria encabeçada por um "profissional" que , mediante manobras típicas de escroques , ludibria seu sócio e , ao sair da empresa , leva consigo o cliente em questão .

Ora, meu caro, em face disso, o que fazer senão festejar ?
Não vai você dizer que queria estar se refestelando com os medíocres no mesmo lodaçal ?
Aceite a sugestão : arquive a triste passagem na seção "esparrelas edificantes" e esqueça . Em hora oportuna você se recordará da experiência e, creia-me , se regozijará.






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Baixa resistência


Enquanto o vírus do gerundismo não é debelado, a praga do 'epíteto-fagocitário' segue solta ...



" Relato de caso : ' A loura ' "


Larga e inadvertidamente utilizado por colunistas, fofoqueiros profissionais e apresentadores de TV, para referir-se a mulheres de madeixas platinadas, o epíteto pôde ser lido esta semana (16/04), na coluna de A. Gois. A nota versava sobre aquela moça que apresenta um programa depois da dupla de louros Zé e Ana Maria .



Adriana Paiva.



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segunda-feira

Gritos vindos da TV do quarto ...


No ar, o folhetim " Mulheres Atazanadas " :


Elas são ciumentas, sádicas, frígidas, fúteis, masoquistas, fóbicas, dissimuladas, dependentes, taradas, chantagistas, auto-indulgentes, alpinistas sociais. Elas mendigam afeto. Espionam os maridos. Maltratam os avós . Surrupiam-lhes a aposentadoria . Assediam alunos, empregados, homens de Deus e ... gritam, gritam muito .

Com todo o respeito ao Sr. Manoel Carlos -- autor que, pela inserção de temas atuais e controvertidos na trama de suas novelas, já fora aplaudido antes -- mas, a que vem um elenco feminino inteiramente histérico ?


Adriana Paiva



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sábado


Confesso que ri...






Apesar de esquetes demorados e dispensáveis, como o do marido "geek". Ou da inclusão do quadro da "aborrecente" Tati ( Heloisa Perissé ) --- mais divertida na TV, em contraponto com a atuação da mãe, interpretada por Louise Cardoso.
Já Ingrid Guimarães, protagoniza, logo no início, um dos melhores momentos da comédia, na pele -- e ossos -- da tresloucada modelo "paulistana 2 neurônios" .

E por falar nisso, quem disse que os paulistanos já tinham rumado em direção ao litoral ?




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Distanciamento crítico

Sobrou aos desencantados o mister ?




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Zapping

Liésio Pereira -- que foi meu colega na faculdade de Cinema da UnB -- entrevista Rubens Ewald Filho, agora, na TV Assembléia ( TVA - canal 12).
O crítico fala, entre outros assuntos, sobre sua estréia na "Tribuna de Santos" (em 1967) , Glauber Rocha, novelas e platéias colonizadas.


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Ainda sobre crítica de cinema - Ontem , chegou à lista do "Cinemabrazil" uma mensagem ( aparentemente truncada) do cineasta Fernando Meirelles, onde se lia:

" Acho mesmo que está na hora do cinema brasileiro voltar a dialogar com o público e não com a crítica. Parece que há uma certa patrulha que quer fazer tudo, que está fora do controle, voltar para aquele trilho conhecido. É uma pena. Há espaço para cinema que fale com a sociedade e também para projetos mais difíceis feitos para ficar restritos a um segmento específico..."




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domingo

Gaijin 2 - Cidade cenográfica ( Londrina - PR ) : Vila Kurume.  Foto: Adriana Paiva.


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Japonólogos de Botequim

Valha-me ! Quanta sandice em um mesmo texto !! Achismo (travestido de ensaísmo) eivado de tiradas etnocêntricas, argumentações simplórias (o próprio autor admite) , mordacidade débil e indícios de leituras rasas. Com certeza, nada "digestivo" .



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