sexta-feira



Pedro Meyer , o herético

Matéria de minha autoria sobre o mega-projeto do fotógrafo mexicano :







Herejías de Pedro Meyer

Seis décadas de imagens : 'Herejías', retrospectiva da obra de Pedro Meyer



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segunda-feira

O que move aquele clique


[ Minha matéria no Yahoo!Notícias ]



Com a pergunta-mote “Por que eu fotografo?”, eventos em Brasília comemoram
Dia Mundial da Fotografia, nesta terça-feira (19/08), e propõem reflexão sobre produção fotográfica

* Matéria publicada no Yahoo! Notícias em 18/8/2008

Bienal do Rio 2007
Acima, uma das imagens que participam da mostra FotoGrama: E você? Por quê?
(Brasília) – Em 19 de agosto, comemora-se o Dia Mundial da Fotografia. Foi nesse dia, no ano de 1839 , que a Academia de Ciências e Artes de Paris anunciou ao mundo a invenção do físico Louis Jacques Daguerre. Aproveitando a data, 39 fotógrafos aceitaram o convite para responder à pergunta “Por que eu fotografo?”. Este é o fio condutor de uma série de ações que acontecem na capital federal, a partir da primeira quinzena de agosto. O objetivo é criar um espaço para reflexão e debates, agregando conteúdo ao processo de fazer, mostrar e ver fotografia.
Foram planejados três eventos dentro de um evento maior: nesta sexta (15/08), acontece a abertura de uma exposição coletiva no Museu da República. No sábado (16/08), a programação prevê debates acompanhados de dinâmicas de grupo, no mesmo local. No domingo (17/08), tem início a mostra FotoGrama, que, dirigida a um público que não tem o hábito de freqüentar galerias, vai reunir fotos de 1m x 60cm, impressas em faixas de vinil e fincadas no gramado que circunda a torre de TV – local onde há grande circulação de pessoas nos finais de semana, muitas oriundas das chamadas cidades-satélites . As imagens são acompanhadas de texto onde cada autor responde à pergunta “Por que eu fotografo?”.
“Nesse primeiro encontro, ou nesses três primeiros eventos, reunimos um conjunto bem eclético de participantes”, conta a jornalista e designer Usha Velasco, uma das organizadoras . São 39 participantes, entre fotojornalistas, fotógrafos de publicidade e amadores, designers e professores.
No Museu da República , estarão expostas 46 fotografias e no FotoGrama, 43. “O resultado foi empolgante!”, comemora Usha . “O conjunto está muito bonito, as respostas muito interessantes; o próprio ato de fazer um texto sobre por que fotografar já estimulou a reflexão” .
Sementes no vácuo
Uma certa insatisfação frente ao vácuo de conteúdo da produção fotográfica atual e à banalização do ato de fotografar é a força motriz por trás desses eventos. “Há muitas imagens no mundo, na mídia, na web, no Flickr, nos blogs, mas nenhum comentário que vá além de ´linda foto, parabéns!’”, avalia Usha. A idéia para a realização dos eventos surgiu de um grupo formado por fotógrafos que começaram a conversar pela internet, após um concurso fotográfico cujas regras eles contestaram . O mailing de fotógrafos caiu na rede e deu origem a uma lista de discussão informal .
Com as trocas via web ficando mais ricas e freqüentes, um núcleo formado por cinco fotógrafos – Usha e Rinaldo Morelli , integrantes do coletivo fotográfico Ladrões de Alma; Isabela Lyrio e Arthur Monteiro, do coletivo Punctum, e por Roberto Castello – se mobilizou e convocou os demais participantes da lista para uma reunião. “Depois de alguns encontros, foram traçadas as diretrizes dos eventos”, relata Usha. Surgia aí a semente do que pretende ser um movimento de incentivo à discussão sobre a produção de fotografia na atualidade.
“Queríamos sair de um padrão que chamamos de ´vitrine vazia´”, diz Usha. “Muita coisa bonita, mas nenhuma reflexão”, ressalta.
Isabela Lyrio, fotógrafa que integrou o núcleo de discussão original , comunga com o ponto de vista de Usha sobre haver atualmente uma produção fotográfica abundante (e acrítica) . “Há muita imagem sendo produzida e as pessoas não param para analisar que tipo de idéia estão gerando”, acredita.
Flickr
Outro tema que tem freqüentado a pauta de discussões do grupo, segundo Isabela, são os sites que, como o Flickr, permitem a publicação gratuita de imagens , além de funcionarem como redes sociais . Ela, que mantém uma conta no Flickr, diz que usa o site basicamente para mostrar seu trabalho aos amigos fotógrafos e que pouco interage com outros usuários , pois acha os comentários trocados ali , em geral, bastante superficiais. “Entre meus amigos, fazemos a brincadeira do ‘Wow, great shot!’, em inglês, ‘Grande clique!’”, revela, referindo-se aos elogios comumente trocados entre usuários do Flickr.
“Penso que a fotografia tem que correr para uma relação ainda mais forte com o objeto” , diz . “Chegar e fotografar, qualquer um pode fazer . Mas, conceber um projeto e se aprofundar exige dedicação”. Isabela, entretanto, não enxerga apenas defeitos nos sites de compartilhamento de imagens . “Com tanta imagem sendo feita, em algum lugar essa produção precisa ser extravasada” , defende . É o que ela, aliás, tem feito com as fotos que vem registrando durante os Jogos Olímpicos de Pequim, para onde foi com o propósito de atualizar seu banco de imagens.
Blog da hora
O fotógrafo Claudio Versiani, criador do blog Pictura Pixel, um dos mais recentes fenômenos de popularidade entre fotógrafos, na rede, é um grande entusiasta das possibilidades de intercâmbio trazidas pela internet. “Não sei por que e nem como aconteceu, mas hoje existe uma comunidade PicturaPixel” , empolga-se . Versiani atualmente mora em Barcelona e conta, via Skype, que há gente que acessa o blog religiosamente, todos os dias. “Isso assusta um pouco”, confessa. “Mas, ao mesmo tempo, faz bem ao ego e incentiva para o duro dia de amanhã”.
Significado à vida
Versiani, que trabalhou durante nove anos no Correio Braziliense como como editor de fotografia, tem sido um dos mais fervorosos apoiadores do movimento “Por que eu fotografo?”. “O evento é genial”, elogia . “Encontrar a resposta para tão intrigante pergunta é saber por que e para que se vive”, define. O fotógrafo lembra que a mesma pergunta , coincidentemente, foi feita na primeira edição da então Revista Eletrônica Pictura Pixel.
“Nós começamos com o Abelardo Morell (fotógrafo cubano radicado em Nova York)” , recorda . “Ele é o papa da câmera obscura” . Nesse mesmo número, além de entrevista, portifólio e vídeo sobre o trabalho do cubano, uma pergunta foi lançada aos leitores: “Por que fotografar?” . “Abelardo Morell, muito antes, já havia respondido: ´Porque me faz sentir vivo, humano e jovem´”. Cláudio Versiani assina embaixo.
Participam do evento, os seguintes fotógrafos: Alain Barki,Alan Marques, Alan Santos, Alessandro Souza,Antonio Antunes, Armando Salmito, Arthur Monteiro, Breno Fortes, Carlos Aversa, Claudio Versiani, Duda Bentes, Ed Ferreira,Eraldo Peres, Fernando Croitor, Hélio Rocha, Henry Macario, Isabela Lyrio, Jefferson Rudy, Jorge Diehl , José Rosa , Josemar Gonçalves , Kazuo Okubo , Leonardo Amaral , Lourenço Cardoso , Luis Tajes , Luísa Molina , Miguel Angelo , Patrick Grosner , Ricardo Padue , Ricardo Reis , Rinaldo Morelli Roberto Castello , Roberto Castro , Rose May Carneiro , Sérgio Fonseca, Susana Dobal , Usha Velasco e Wládia Drummond.
Abertura da exposição coletiva: 15/08, às 19h30
Visitação até 20/08
Debate e dinâmicas de grupos : dia 16/08, a partir das 14h30, no subsolo do Museu da República (Esplanada dos Ministérios)
Ingresso: R$ 10,00 + uma foto
Mostra Foto-Grama: dia 17/08, entre 9h e 18h, no gramado de acesso à Torre de TV de Brasília.





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quinta-feira



Por que fotografamos ?

Enquanto aguardo minha matéria começar a ser distribuída, alguns trechos :


Com a pergunta-mote "Por que eu fotografo ?", eventos em Brasília comemoram Dia Mundial da Fotografia, nesta terça-feira (19/08), e propõem reflexão sobre produção fotográfica.


Claudio Versiani - Por que ele fotografa ?


Sementes no vácuo

"(...) Uma certa insatisfação frente ao vácuo de conteúdo da produção fotográfica atual e à banalização do ato de fotografar é a força motriz por trás desses eventos. “Há muitas imagens no mundo, na mídia, na web, no Flickr, nos blogs, mas nenhum comentário que vá além de ´linda foto, parabéns!’”, avalia Usha. A idéia para a realização dos eventos surgiu de um grupo formado por fotógrafos que começaram a conversar pela internet, após um concurso fotográfico cujas regras eles contestaram . O mailing de fotógrafos caiu na rede e deu origem a uma lista de discussão informal . Com as trocas via web ficando mais ricas e freqüentes, um núcleo formado por cinco fotógrafos – Usha e Rinaldo Morelli , integrantes do coletivo fotográfico Ladrões de Alma; Isabela Lyrio e Arthur Monteiro, do coletivo Punctum, e por Roberto Castello – se mobilizou e convocou os demais participantes da lista para uma reunião. “Depois de alguns encontros, foram traçadas as diretrizes dos eventos”, relata Usha. Surgia aí a semente do que pretende ser um movimento de incentivo à discussão sobre a produção de fotografia na atualidade. “Queríamos sair de um padrão que chamamos de ´vitrine vazia´”, diz Usha. "Muita coisa bonita, mas nenhuma reflexão", ressalta .

Isabela Lyrio, fotógrafa que integrou o núcleo de discussão original , comunga com o ponto de vista de Usha sobre haver atualmente uma produção fotográfica abundante (e acrítica) . “Há muita imagem sendo produzida e as pessoas não param para analisar que tipo de idéia estão gerando”, acredita . (...)"


Observações: ( Para a minha matéria, além de
Usha Velasco e Isabela Lyrio, entrevistei o fotógrafo Claudio Versiani ),

Participam do evento, os seguintes fotógrafos: Alain Barki,Alan Marques, Alan Santos, Alessandro Souza,Antonio Antunes, Armando Salmito, Arthur Monteiro, Breno Fortes, Carlos Aversa, Claudio Versiani, Duda Bentes, Ed Ferreira,Eraldo Peres, Fernando Croitor, Hélio Rocha, Henry Macario, Isabela Lyrio, Jefferson Rudy, Jorge Diehl , José Rosa , Josemar Gonçalves , Kazuo Okubo , Leonardo Amaral , Lourenço Cardoso , Luis Tajes , Luísa Molina , Miguel Angelo , Patrick Grosner , Ricardo Padue , Ricardo Reis , Rinaldo Morelli Roberto Castello , Roberto Castro , Rose May Carneiro , Sérgio Fonseca, Susana Dobal , Usha Velasco e Wládia Drummond





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sexta-feira

Update



Quem foi ?


Repercussão interessante vem tendo minha matéria sobre o encontro dos autores Gilberto Braga e Silvio de Abreu, na Bienal do Livro, sábado passado.
Principalmente, entre pessoas com quem eu tenho pouco contato, mas que sabem que não sou de acompanhar novelas . Divertido vê-las surpresas (positivamente, preciso dizer) ao depararem com minha escrita caudalosa sobre o assunto.
Não é de todo improvável que eu me ponha diante da TV, logo mais, para saber quem, afinal, matou Taís.

Leia:
"Bienal do Rio - Todo o Poder das Novelas"


Gilberto Braga, um dos pais da criatura : Nenhuma pista para os noveleiros



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segunda-feira


Update : Matéria disponível também em um dos sites de minha empresa.



[ Matéria minha
aqui e lá ]


Bienal do Livro, Rio 2007 - Todo o poder das novelas - Matéria por Adriana Paiva

Gilberto Braga, um dos autores da novela  Paraíso Tropical, na Bienal do Livro - Matéria e fotos por Adriana Paiva / Verve Press - BR Press

Público lotou Café Literário para assistir ao bate-papo entre os autores Sílvio de Abreu e Gilberto Braga (aí, posando ao lado de fã ) , no penúltimo dia da Bienal .

[ Leia ]








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sexta-feira


Conexão Rio-Berlim



Fragmentos da vida nas megalópoles por Fernanda Chemale



Uma ponte virtual entre o Rio de Janeiro e Berlim . Essas cidades estarão ligadas , hoje, sexta-feira, a partir das 18h30, por meio da projeção simultânea de fotografias de grandes metrópoles ao redor do globo . No Rio, a exibição, com trilha sonora do músico experimental Augusto Malbouisson, acontece no Oi Futuro. Em Berlim, na galeria New Life Shop .

O evento multimídia, presente na programação da FotoRio 2007, faz parte do projeto Urban Space Photo, concebido conjuntamente pela fotógrafa carioca Ilana Bessler e por Martin Rosengaard e Sixten Kai Nielsen, coordenadores do grupo alemão "Wooloo" .

A fotógrafa gaúcha Fernanda Chemale, autora do livro "Tempo de Rock e Luz", participa da Urban Space Off, projeção que antecede a oficial Urban Space Photo e apresenta em "Ensaios Fotográficos" dez imagens do projeto "Elefante Cidade Serpente ", que estarão em seu segundo livro -- ainda sem data de lançamento .

Veja fotos de Fernanda Chemale clicando [
aqui].


URBAN SPACE PHOTO

Projeção Urban Space Off : 18h30
Projeção Urban Space Oficial : 20:00

No Rio de Janeiro:
Oi Futuro
Rua Dois de Dezembro 63/ 8º andar - Flamengo
Entrada franca
Tel.: 3131 3060

Em Berlim :
Galeria New Life Shop
Choriner Strasse, 85







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quarta-feira

Update II : Matéria também disponível em um de meus sites --> [=]


Suíte III : Graffiti, não ; arte contemporânea


A matéria de minha autoria sobre os grafiteiros "Os Gêmeos" também pode ser lida, desde ontem, no site da agência de notícias BR Press .
Na entrevista que fiz com eles, na semana passada (ver fotos e posts mais abaixo), conversamos, entre outros assuntos, sobre reconhecimento internacional, influências artísticas, projetos em parceria com a Nike e o trabalho com o cineasta Fernando Meirelles .
A exposição 'O Peixe que Comia Estrelas Cadentes' tem abertura para convidados amanhã (27) .

Osgemeos na Fortes Vilaça - Foto por Adriana Paiva / Verve Press / Verve Comunicação - Julho de 2006


( Tela inédita de 'Os Gêmeos' - Título : 'Foto preto-e-branca' - Registro feito quando estive na galeria para entrevistá-los ) .


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Update

Pois é . E a Folha saiu, dois dias depois, com título parecidíssimo com o nosso :)





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terça-feira

:: V I N Í C I U S ::


Ciclo Vinícius de Moraes: Meu Tempo é Quando" . Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB - Rio / 1990 .


Foto : Adriana Paiva



Projeto Vinícus no CCBB do Rio . Foto de Adriana Paiva


* ( Terceira atriz, da esq. para a direita : Zezé Polessa) .





:: VINÍCIUS 2 ::


A montagem abaixo foi feita no meu antigo ampliador ' Minolta' .
Este alvorecer em Brasília foi registrado através da janela da sala do apartamento onde eu morava , na 112 Sul .
Vinícius de Moraes escreveu * " Poética ", em Nova York (1950) .


Brasília, 112 Sul




:: VINÍCIUS 3 ::


Aproveito o mote deflagrado por Vinícius para desvelar mais uma de minhas insuspeitadas experiências.

Abaixo, detalhe do roteiro da peça "Vinícius - 70 Anos", encenada pela turma de "Teatro 1", da EAV / Parque Lage , em 1983 . A direção ficou a cargo das professoras / atrizes Maria Pompeu e Aracy Cardoso.

Minha primeira fala : "Filhos?"


Curso de Teatro da EAV - Escola de Artes Visuais do Parque Lage





Para confesso júbilo de meus pais, meu senso (auto) crítico , naquela época , já era bastante aguçado . Não tivesse achado vexaminosa a minha performance, no ano seguinte estaria , provavelmente, prestando vestibular para Teatro, na UNIRIO . Como vêem , poupei-nos a todos.
Minha avó, no entanto, mantém-se inconformada.

Mudei-me para Belém em 85 e não soube mais da maioria dessas pessoas . Recordo-me de alguns : César ( o psiquiatra quarentão :-) , Bebel ( ' De Plá ' ) , Cínthia ( jornalista - acompanhava-me ao violão, em ' Rosa de Hiroshima' ) , Darcy, Marluce , Cláudia ...

Quantos terão apostado em sua veia histriônica ?

Quantos transitariam por estas plagas?

Respostas para :: Olhar Peripatético



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(C o ) i n c i d ê n c i a s


Bom, depois que a Gláucia, achou o Carlinhos 'Mago' , no interior do Rio, tudo é possível .
Lembram-se do Carlinhos? O ripongo que vendia brochuras com fábulas escritas à mão , na porta da EAV ?

Pois é, o Carlinhos foi um dos personagens entrevistados pela Gláucia ( Estadão ), em março do ano passado, para a matéria ""Os hippies, vejam só, tiveram filhos caretas".

(Excerto) :

" (...) VISCONDE DE MAUÁ - Com cabelos desalinhados, barba longa, bolsinha colorida a tiracolo e roupa surrada, Don Carlos, de 60 anos, é um típico remanescente do movimento hippie. Não tem casa. Dorme sobre papelões, nas calçadas. Já viveu em comunidades alternativas, viajou a pé por quase todos os países da América do Sul. "Sou hippie, sou do mundo, gosto mesmo de andar sujo por aí."

[ Leia + ]

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Raio de mundim pequeno , sô ...



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