terça-feira

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Apropriações


Um recado às grandes assessorias de imprensa e aos plagiadores em geral - Arte por David Julian


Ver press-releases de minha autoria reproduzidos ipsis-litteris por veículos os mais diversos já não me consterna como antes . Continuo exasperando-me , sim, ao ver outras assessorias de imprensa se apropriarem de textos meus e de colaboradores nossos, enxertando, na maior desfaçatez ( inclusive nos títulos/chamadas ) , menções a seus clientes . Minha gente , vamos trabalhar ! Este recado é endereçado, principamente, às grandes assessorias . Três jornalistas (?) para atender uma única conta e vocês não conseguem evitar o vexame de reproduzir o material de divulgação alheio ?
Imagino que frustração maior do que quem tem seu material plagiado , experimentam aqueles que, ao final e ao cabo, constatam que o acinte resultou ineficaz, quando clientes/patrocinadores não são mencionados sequer no pé das matérias .

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Mais sobre o métier e outras apropriações :

Na onda do 'Fora Collor!' (e o lado 'fotógrafo' do Sérgio Sá Leitão ) -- Recife - Complexo de Greenville -- Epítetos para todos os gostos -- "Comédia do Métier - Toques de Ficção Sobre Lances Verazes" -- Orkut & Coleguinhas -- O perigo senta-se ao lado -- Ônus da exposição -- Antes do Jornalismo , Depois da Antropologia -- Valor da academia -- Cobertura da Rio 92 --->



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quarta-feira

Dos pruridos salutares


Mexendo em antigos 'backups' e não esquecendo de que há quem continue fazendo opção por certo tipo de "profissional" . Sim . Aqueles mesmos personagens que , volta e meia , dedico-me a espinafrar aqui .
Uma coleguinha velha conhecida diria nessas circunstâncias -- em tempos há muito idos e do sopé de sua matuta resignação : fazer o quê ?


( E x c e r t o s ) :


Prezados (...) , a distribuição precipitada de textos como o que segue abaixo -- erroneamente apresentados como press-releases -- , pode vir a comprometer todo o trabalho junto à imprensa (...)

Instaura-se uma verdadeira torre de babel quando muitos se colocam na posição de porta-vozes. O que, aliás, já vem acontecendo. As implicações disso podem ser desastrosas.

O texto abaixo, por exemplo (...) , não possui a assinatura de um jornalista responsável . Quem se responsabiliza pelas declarações ? Quem pode assegurar que "as aspas" atribuídas à F. reproduzem o que ele de fato disse? Embora pareçam triviais, esses questionamentos são feitos por qualquer jornalista com o mínimo de senso ético .

Para que o trabalho de todos flua e renda bons frutos, é preciso que cada um se responsabilize por suas respectivas áreas.

A nossa preocupação é que informações comecem a vazar de todos os lados e gerem matérias não apenas deturpadas, mas, sobretudo, negativas.

Atenciosamente,

Adriana Paiva




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sábado

U P D A T E


Inaugurando a série :

" Comédia do Métier - Toques de Ficção Sobre Lances Verazes "

(Por Adriana Paiva) :


A quem de ralha , a quem de arrulho


Acreditamos que , a essa altura , Zach B. Burns já tenha tido tempo para concluir de quem é a autoria dos textos cujo estilo ele dizia tanto apreciar .

Antes da reengenharia feita a toque de caixa , que resultou na demissão de boa parte do coro de maledicências que se reunia durante a pausa para o cafezinho , Zach B. B. era tema frequente dos cochichos sibilados pelos corredores da firma . E , não raro , graças a uma interessante presunção : o homem jura saber tudo sobre jornalismo .

Quando não está esperneando por ter saído * "ao final do cortejo" , Zach , que se dessem chance , reescreveria os dois mais conhecidos manuais de redação e estilo do país , ainda é capaz de largar uma dessa : - Precisavam ter citado que fomos nós que pagamos a viagem ?!!


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N O T A


* " Sair ao final do cortejo " : Expressão amiúde usada por Zach B. Burns , quando ele e a empresa por ele representada , além de não serem as únicas fontes destacadas em uma matéria , são citadas apenas nos últimos parágrafos .

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Para melhor ler a ficção acima , recomendamos :


- Manual da Redação da Folha de São Paulo
- O Estado de S.Paulo - Manual de Redação e Estilo
- Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros

Leia também :

Pactos Descartáveis


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Aproveitei a tarde sem chuva e fui dar minha habitual volta pelo bairro .
Aí , registro de minha descida pela Macuco -- cruzando com a Inhambu .


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Obs.: ( A imagem acima foi manipulada no Photoshop )



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quinta-feira


Pactos descartáveis



( Por Adriana Paiva )


Lancei a questão "concorrência desleal entre assessorias de imprensa" (apresentada aqui 'posts' atrás) , na comunidade que a jornalista Silvia Angerami mantém no Orkut. Detalhe : Somos mais de 900 os inscritos no canal .
A própria Silvia -- dona de um extenso currículo na área de tecnologia -- registrou por lá sua experiência sobre o assunto .

Embora em número bem menor que as manifestações que tenho recebido por e-mail , os relatos registrados no Orkut dão conta , igualmente , de que não são poucos os "coleguinhas" que passaram incólumes pelas lições de ética ensinadas na faculdade ( presumindo-se, claro, que esses 'profissionais' que se apresentam como assessores de imprensa, tenham passado pelos bancos de uma 'escola' de jornalismo) .

Nesse calamitoso quadro, contratantes e empresas têm , amiúde , sua parcela de culpa .

Convenhamos, não nos deveria causar espanto, por exemplo, o fato de que dada corporação, detentora de um respeitável histórico de condutas "desleais" , venha a optar por uma assessoria encabeçada por um "profissional" que , mediante manobras típicas de escroques , ludibria seu sócio e , ao sair da empresa , leva consigo o cliente em questão .

Ora, meu caro, em face disso, o que fazer senão festejar ?
Não vai você dizer que queria estar se refestelando com os medíocres no mesmo lodaçal ?
Aceite a sugestão : arquive a triste passagem na seção "esparrelas edificantes" e esqueça . Em hora oportuna você se recordará da experiência e, creia-me , se regozijará.






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segunda-feira

Duplo acinte

Quando não reproduzem nossos releases 'ipsis-litteris', fazem alterações , em geral, equivocadas .
O verbo "implicar" ( no sentido de 'trazer como consequência' ) é transitivo direto. Usa-se " tal ação implica o (a)..." e NÂO " implica em " . Copiado ?



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