terça-feira


Quase pronto para a estréia oficial



Avenida das Américas. propaganda dos televisores BraviaFoto por Adriana Paiva

Coelho da Bravia com pintura finalizada : À direita, condomínio Novo Leblon

Hoje, na hora do almoço, passei para fazer mais algumas fotos e aproveitei para conversar com um dos trabalhadores responsáveis pela montagem da estrutura. Segundo ele, a "estréia oficial" do coelho, com todo o aparato de backlite, faixas, etc., deve acontecer apenas na semana que vem. Mais sobre a campanha publicitária criada para os televisores da linha Bravia (Sony) pela agência Dentsu, aqui


+ Rio de Janeiro [o]



Marcadores: , , , , , , , , , , ,

domingo

Upate

'Você nunca viu detalhes assim '

Hoje, no final da tarde, ao voltar da praia , na Barra da Tijuca:

Sony Bravia - Publicidade. Fotos por Adriana Paiva

Sony Bravia - Publicidade . Foto por Adriana Paiva

O coelho gigante (10 metros de altura), nas fotos acima, faz parte da campanha publicitária criada pela agência Dentsu Latin America para os televisores da linha Bravia, da Sony. A campanha, intitulada "você nunca viu detalhes assim", vai promover os novos modelos de alta definição da linha. A peça deve ficar em exibição entre os meses de agosto e setembro, na mesma Avenida das Américas, na Barra da Tijuca -- onde , no final da tarde deste domingo (24), ainda recebia retoques em terreno situado entre os condomínios Novo Leblon e Mandala.



Marcadores: , , , , , , , , ,

segunda-feira

Criativos - Depois do expediente


Pre-textos - Para quando precisar de um

ventura é não parar
Arte: Fábio Cristo - Texto: Luciana Elaiuy

Acima , página e capa do livro 'Pre-Textos - Para Quando Precisar de Um', concebido por Luciana Elaiuy (redatora da agência Centoeseis), e Kiki Saraiva (designer).
As autoras disponibilizaram parte do projeto no Flickr -- site de compartilhamento de imagens.




Marcadores: , , , , , , , , , ,

domingo


MÍDIA - Notas


Beleza Real

Mauren Motta, ex-apresentadora do "Patrola" (RBS TV/Multishow), trocou Porto Alegre por São Paulo . A gaúcha está na cidade para fazer contatos com interessados em produzir seu projeto de programa para TV baseado no conceito "beleza real" .





E por falar em beleza além de padrões impostos, a jornalista Cristiane Correa comenta em seu blog , no Portal Exame, polêmica em torno da nova campanha da Dove, explorando vídeo que exibe mulheres com mais de 50 anos nuas .
Ela cita matéria do Advertising Age, em que se diz que a estratégia de marketing viral na WEB não teria vingado -- vide número pouco expressivo de visualizações do vídeo no YouTube -- e que a peça vem sendo vetada em algumas emissoras de TV nos Estados Unidos .

A Unilever foi, de fato, bastante feliz ao lançar, há alguns anos, a campanha da Dove "pela real beleza", com peças que vendiam a idéia de que mesmo as mulheres consideradas fora dos padrões usualmente vendidos como desejáveis, poderiam sentir-se lindas e poderosas sendo ... elas mesmas . Em um desses simpáticos anúncios víamos mulheres de variadas idades, raças, silhuetas e tipos de cabelo, correndo exultantes e em trajes de banho pela praia .

Para lá da polêmica em torno de ser esse novo filme de bom ou mau gosto, é interessante notar que a linha de produtos tem como proposta ser "pró-idade", valorizando -- assim se infere -- as características físicas das mulheres dessa faixa etária (50-60), em clara oposição às dezenas de produtos encontrados nas prateleiras de farmácias e lojas de departamento, apresentados (irrealisticamente) como "anti-idade" .

Lá na "enquete" improvisada do Portal Exame , um dos participantes insinua que a peça funcionaria melhor com outras modelos. Ele escreve : "Mulheres mais bonitas ou fotogênicas poderiam ter feito a diferença" . Penso que "mais bonitas" não seja , nessa discussão, a colocação mais apropriada . Concordo no que diz respeito à importância da fotogenia (fotografar bem, aparecer bem no vídeo) .


E porque ramificar é preciso

Inevitável lembrar de "Garotas do Calendário" (Helen Mirren entre elas), o filme de Nigel Cole baseado na história de senhoras de uma pequena cidade da Inglaterra que, lá pelas tantas, resolvem juntar uma grana em prol de nobre causa, posando nuas .







Nova poesia nômade brasileira



Folha - Angélica Freitas lança Rilke Shake - Foto de Renata Freitas - Reprodução

"Poetas perdidos no espaço"


Matéria publicada ontem, no caderno 'Ilustrada' da Folha de S.Paulo, destacava livros com lançamento acontecendo no período : "Rilke Shake" (Angélica Freitas), "20 Poemas para o seu Walkman" (Marília Garcia) e "A Cadela sem Logos" (Ricardo Domeneck) .
Joca Reiners Terron inclui os jovens escritores no rol dos poetas (renitentes) da nova poesia nômade brasileira .

* * *

A foto de Angélica a ilustrar a matéria foi feita por sua irmã, Renata Freitas (outras imagens em seu Flickr) .

* * *

Eis as datas de lançamento de "Rilke Shake" : 10/03, no Rio e 12/03 em São Paulo .





Marcadores: , , , , , , , , , ,

quinta-feira

Sequestro, holofotes & marcas

Sem querer soar insensível , mas algumas interrogações ficaram pairando após a coletiva do Washington Olivetto, agora há pouco .

Quantas contas a W/Brasil faturará depois desse episódio ? BTW, qtas marcas o publicitário citou ao longo da entrevista ?

Quando serão publicadas em livro as cartas que W.O. escreveu no cativeiro ?


____________________


"Formação Superior em Jornalismo - A Polêmica Continua "

Texto da carta-manifesto que a FENAJ fez circular esta semana :


Somos jornalistas e temos uma profissão: Em defesa da sociedade brasileira

As sociedades contemporâneas, cada vez mais complexas, exigem o conhecimento de assuntos de interesse público que circulam em toda as áreas, da Medicina à Antropologia, da Engenharia ao Direito, da Biotecnologia à História. É preciso saber, no calor da hora, de temas, fatos e versões que ocorrem tanto em tais áreas quanto nas ruas. Para isso, existe um profissional, envolvido diariamente com o seu fazer, que busca informações, as apura, faz entrevistas, contextualiza, registra e edita, para que mais gente, em todas as áreas e em todos os cantos, possa tomar conhecimento e melhor se situar frente à realidade. A este profissional se chama jornalista.

Em escala pública e dimensão planetária, em períodos extremamente curtos (dia, hora, minuto – tal como é o andar diário da humanidade), e em linguagem acessível à população e não hermética, há profissionais que se empenham para esta reconstrução do mundo. A este profissional se chama jornalista.

Sem este profissional, não há jornalismo. Para a informação jornalística é preciso qualidade, são necessários pressupostos éticos, conhecimentos técnicos e tecnológicos – da tevê ao rádio, da internet à revista, do jornal ao planejamento gráfico. Em todas estas coberturas e atividades e para todos estes suportes tecnológicos, é preciso cuidado na apuração, rigor na exatidão, obediência a preceitos éticos, qualidade na produção estética, cuidado e precisão nas conseqüências da forma de divulgação.

Há um profissional que se preocupa com isso. A ele se chama jornalista.

A informação com tais características, produzida por jornalistas, permite à sociedade maior liberdade, além de mais e melhor opção de escolha. Permite melhor escolha e decisão nos caminhos a seguir.

Depois de 60 anos de regulamentação profissional e 80 de luta pela formação superior em Jornalismo, há agora a clara ameaça do fim de quaisquer exigências para o exercício da profissão.

O ataque contemporâneo do neoliberalismo à profissão jornalística é mais um ataque às liberdades sociais e às profissões em particular. Com isso, amplia-se o campo das desregulamentações em geral e aumentam as barreiras à construção qualificada e lúcida de um mundo mais democrático, visível e justo.

O ataque ao jornalismo é também um desrespeito à sociedade, que diminui sua amplitude de escolha, diminui o espaço de liberdade e de confronto de opiniões. Há claros prejuízos à ética profissional e amplia-se o controle sobre quem entra nas redações – do interesse particularizado expresso na contratação de apadrinhados políticos e ideológicos ao aviltamento profissional e salarial, por meio de contrato de pessoas que nada têm a ver com a formação específica na área.

Hoje, já existe liberdade garantida para quem quiser expor sua opinião, como entrevistado ou articulista de uma determinada área. Com a desregulamentação, contudo, perde-se as raízes da vinculação do jornalismo ao interesse público, razão de sua consolidação como profissão nos últimos 60 anos. Com isso, além da própria categoria profissional ter redução de empregos, desprestígio em seu reconhecimento público, a própria sociedade, no conjunto, perde a referência qualitativa dos acontecimentos do dia-a-dia, essenciais para a liberdade de escolha do dia seguinte.

O ataque à regulamentação em Jornalismo atinge profissionais e estudantes, desrespeita as identidades de cada área – e nisso desrespeita também as demais -, e fere frontalmente a sociedade em seu direito de ter informação apurada por profissionais, com qualidade técnica e ética, bases para a visibilidade pública dos fatos, debates, versões e opiniões contemporâneas. É um ataque, portanto, ao próprio futuro do país e da sociedade brasileira.


FENAJ– Federação Nacional dos Jornalistas

Marcadores: , , ,