sábado






Abdiquei de uma passagem de ano ao estilo "apoteose". Já vivi quantidade suficiente delas. Em São Paulo, no Recife, e até em Brasília.

Claro que nada equiparável ao espetáculo pirotécnico que todo ano leva milhares de pessoas à "Avenida Atlântica".

Mas, mesmo este, já assisti de tantas e dispares perspectivas : da sacada do salão de festas do Forte de Copacabana às areias salpicadas de turistas e populares .

Por deliberação tomada dias antes, minha entrada de ano foi sóbria, introspectiva . Enquanto mamãe, Cris , Tiago e Luciano caminharam até a praia para ver a queima de fogos (aqui, na Barra, mais barulhenta do que vistosa ) , olhei-a, ligeiramente, da varanda e retornei às minhas "preces" . Senti-me abençoada por estar em casa, junto aos meus. Que melhor começo de ano desejar ?


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Resolvi dedicar meu primeiro dia do ano ao Tiago. Principalmente, porque sua passagem para Brasília já estava comprada e ele viajaria no dia 3 (ontem) . Na condição de tia e madrinha, desdobro-me para fruir de sua companhia no pouco tempo de que geralmente disponho .

Começamos a tarde testando o pacote de expansão do "The Sims" no lap-top da minha irmã. Depois, ficamos de farra com o Apolo ( fizemos muitas fotos dele aporrinhando a calopsita -- o Zeus ) .

À noite, mamãe nos levou de carro até a Blockbuster da Olegário Maciel , onde, naturalmente, não havia muitos filmes que o Tiago já não tivesse assistido com o Serginho ( o tio-dindo de Brasília) . Ainda assim, saímos de lá com uma cópia de "MIB II" -- que, naturalmente, sequer saiu da sacolinha.
Dali, mamãe estacionou o carro na altura do posto 5 (na direção de casa ) , porque o Ti cismou que teríamos de pular as tais "sete ondas da sorte" . Pulamos, naturalmente, bem mais de sete ondas . Tantas mais que , apesar de estarmos a pouquíssimos metros de casa, não tive pernas para voltar .
E lá fomos nós, às gargalhadas , enlameando ( de leve ) o carro novo da "Vó Ita".

Grande dia !! Que o resto do ano venha repleto de momentos como esses , de simples, mas genuína alegria .

O mesmo, naturalmente, desejo a vocês .


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Ilustração : Claudine Hellmuth

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"Iluminado" : Mestre Zen-budista Kido Inoue - ECO 92 - Rio Centro



"O Emissário" - Fórum Global - Aterro do Flamengo / Rio de Janeiro - Junho de 1992 .
Fotos : Adriana Paiva



A Aventura da Reportagem


Há dez anos, eu integrava a única equipe de estudantes de jornalismo a ser credenciada para cobrir os eventos relativos à ECO 92, no Rio Centro.

Nessa época, encontrava-me de "passagem" pela UFMS. Exato : Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. O que fui fazer lá? :-))) Os que tiveram tempo para vasculhar este blog durante minha "ausência" não terão dificuldade para inferir.



"Beijoqueiro" ataca indianas (Fórum Global)


Em 1991, meu pai (então coronel) comandava um quartel (o 18 º B Log) , em Campo Grande (MS).Por intermédio dele, aliás -- recordam-se , Ecilda, Eron? -- , pudemos ficar acampados durante 15 dias em barracas cedidas pelo Exército e instaladas nas dependências do Forte de Copacabana, comandado, nessa época , por um colega de meu pai dos tempos de AMAN, o também coronel, Teixeira Neto.



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O 'revival' de hoje vai em homenagem a um coleguinha que reencontrei aqui em SP. Até a época de sua estada no "O Globo" (efêmera, por sinal) , não era-lhe de conhecimento o fato de que soldados não chegam a coronéis. Dado aparentemente irrelevante. Mas, num país onde o alistamento militar é obrigatório, não seria duplamente imperativo que nosso repórter estivesse a par de questões como essa?


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Vortex

No olho do furacão. Ainda.
Acho que desaprendi a viver de outro modo.



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